quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Eu te amo todo dia

Aí ele disse que "Eu Te Amo" além de travessuras de noites, pernas, paletós e vestidos, é frase para ser dita todo dia.
Mas não é para ser banal, não. É porque é verdadeiro. E a verdade diária fortalece a alma.
E foi a mais linda declaração de amor não declarada.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Sexo literário

Os sons da rua parecem música.
É a vida passando e chamando pra passar o tempo com ela.

Prosa é embalar o leitor ao som da própria música, inventada ou emprestada, que vem da rua ou do rádio.

Poema é clímax!

Cada palavra é um ápice de prazer, delírio, dor.
Um orgasmo linguístico em que as formas (tão expressivas) se penetram entre os sentidos e entre o vazio que cada um é.
É a busca desesperada de se completar com e no outro.

É um buraco que não tem mais fim
Sem linha, ponto
Por onde começar?

É sentimento por cima de sentimento, numa orgia de forma e conteúdo.
É a língua que parece degustar cada letra
E sente o sabor ácida de umas
E goza com o doce de outras


Poema é sexo.

terça-feira, 8 de março de 2011

De um gole só

Se respirar o texto não sai. Tem que ser assim de uma vez só, quando viu já foi. Então vai.

A língua não é coisa presa não, rapaz (até mesmo aqueles que são ditos de "língua presa", na hora, naquele hora, sentem a liberdade).
A língua, o sexo, correr sem lugar pra ir. É tudo escorregadio e tão gostoso. O vento batendo, o corpo gritando, as palavras usando você para falar.
A liberdade é sem pudor, sem maldade. Ela é a morte para Clarice.
Ela é o gozo para Marcela.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O mundo é o que a gente inventa

Às 3h30 da manhã uma resposta veio. E como todas as grandes resoluções de questões mal resolvidas era simples, muito simples, e, de tão óbvia, difícil de perceber. Disso tudo isso tiro uma lição: é preciso inventar pra cima, camarada. E vamos botar água no feijão!

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Aqui ainda bate um coração

Para quem possa interessar, ainda há pulso neste lugar (e na dona dele também). Só que tudo ficou mais duro, com cara de mundo de adulto, e até vontade de chorar, agora, é surpresa.

Hoje lendo texto dos bons, daqueles que conseguem tocar-me como poucos, senti tanta saudade!
Saudade do que a gente era, sem tantas amarras empresariais. Senti saudade até de quem eu não fui e poderia ter sido.

Eu sei que os tempos são outros. Eu sinto a cada dia em cada poro da pele a mudança. Não que ela tenha sido repentina, mas é que nesses últimos meses ela se consolidou de uma forma que me assustou.

Uma sensação de luta contínua, depois a realização (que não foi nem é plena...mas, será que um dia será?). Os poréns, as preocupações, o sono (e o excesso dele) ocupam muitos espaços que antes nem lembro ao certo (já que não lembro de mais nada ultimamente) de que matéria eram feitos. Talvez de uma inocência que depois perdida não volta mais ou, quem sabe, pela preocupação de autoconhecimento.

Cheguei, percebi. Sei muito de mim mesma e, mesmo com as emoções sem tempo ou espaço de se manifestarem, elas estão aqui, neste lugar e também em mim. Que seja sempre assim!

sábado, 10 de julho de 2010

The graduated

Não sei para onde vou, mas sei que estou no meu caminho.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Correndo, corre, cor...

É tempo de tcc.
É tempo de tececear.
É tempo de voz radiofônica e espírito gritando, doido para realizar...

...

Algo grande demais para explicar.

É tempo de din din no bolso para sonhar.
(para os que sonham com pé no chão, dinheiro e espírito aventureiro são fundamentais)

É tempo de descoberta.
Fim e começo de tanta coisa!

Será que dá tempo para o meu tempo se dar?